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Reformas: é possível sobreviverExtra, Danielle Abreu, 23/mar Planejamento é palavra-chave para respeitar o orçamento e não fazer da experiência um arrependimento Fazer obras em casa geralmente significa dor de cabeça. Ou os custos ficam acima do esperado ou o tempo gasto é muito maior do que o programado. Isso ocorre não só nas grandes intervenções como também nas pequenas reformas. Como se livrar ou, pelo menos, minimizar isso? A palavra-chave é planejamento. - A maioria vai pela intuição. Começa uma coisinha aqui, emenda outra ali e depois está todo enrolado - disse o engenheiro civil Merhi Daychoum, que lançou o livro "Manual de sobrevivência a reformas". As dicas do engenheiro, que resolveu escrever o guia após uma obra interminável em casa, foram o que livrou o dentista João Baptista Soares Filho, de 44 anos, da dor de cabeça de mais uma reforma em seu consultório. Depois de várias tentativas frustradas - em que os gastos chegaram a duas vezes do previsto - ele seguiu a orientação e contratou uma empresa para assumir a obra: - Foi a melhor coisa que fiz. As obras estavam previstas para três meses e acabaram em dois. E eu gastei exatamente o que programei.
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